terça-feira, 21 de maio de 2019

EUROPA-MÃE, EUROPA-IRMÃ


                                             

Uma Europa Unida… Um Povo Unido… Um Mundo Unido!...
         Quantos séculos, quantas gerações e quantos génios o sonharam?
Por todas as gerações e por todos os génios, trago hoje o espírito redivivo das cinzas de “Notre Dame”, Victor Hugo.  Chamo-o hoje aqui. não tanto pela Grande Catedral de Paris, mas pela visão global, internacionalista, da sua mensagem, sobretudo no controverso cenário das Eleições Europeias .
Pouca gente sabe, mas urge dizê-lo, que desde 1849, uma voz se ergueu no coração da Europa  a proclamar a “imperiosa necessidade”  de unir os países europeus. Foi a voz do “enorme” Victor Hugo.
         Do discurso proferido no “Grande Congresso dos Amigos da Paz”, reunido em Paris no dia 21 de Agosto de 1849, sobressai este veemente apelo:
         “Há-de chegar a hora em que dois grupos imensos, os Estados Unidos da América e os Estados Unidos da Europa, os dois face-a-face, entender-se-ão e darão as mãos sobre os oceanos “.
E conclui:
“O dia virá em que. todos em conjunto, França, Bélgica,  Alemanha,, Inglaterra, Itália. Europa, América,  dirão  alto e bom som:  “Afinal, nós somos todos irmãos”. ( Le Monde, 20/05/19).
Mais que uma voz no deserto do século XIX, é este o grito de esperança dirigido aos “imperadores” do século XXI.
21.Ab3e4.19
Martins Júnior

1 comentário:

  1. Um rasgo de esperança a irromper dos dias ímpares de uma Europa retalhada. Julgo, amigo, que ainda é possível continuar a construir a Europa, que Vitor Hugo idealizou.

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